A possível saída de Fátima Bernardes da bancada daquele que já foi o telejornal mais influente do país, mas que hoje não elege um síndico de prédio, treze anos depois de assumir o posto, tem como causas, não só o cansaço da função.
O DoLaDoDeLá apurou que ela está farta de, todo santo dia, chegar à emissora por volta de meio-dia, participar de entediantes reuniões ao lado do marido, que se considera Deus encarnado na terra, fazer cabelo e maquiagem, apresentar aquela chatura do Globo Notícia, que dá um trabalho danado, para um resultado pífio e chegar em casa depois das nove da noite, quando os trigêmeos Vinícius, Beatriz e Laura, perto de completarem 15 anos, estão exaustos, prontos para dormir.
Fátima sabe que deixar o posto no auge do estrelato, tendo passado quase metade da vida no Jardim Botânico, tem um quê de glamour. Renunciar à majestade por causas mais nobres, como cuidar dos filhos, que vão precisar muito da mãe agora na adolescência, ou mesmo participar de projetos sociais, como ler livros para crianças carentes, como fez na semana passada, por exemplo, na Fundação Biblioteca Nacional, durante a terceira semana do projeto "Lê pra Mim?" é muito mais edificante.



























