A princesa tinha dúvidas se o convidado "de honra" apareceria. Para se certificar de que ele iria pediu a uma amiga, modelo, que procurasse o jornalista-empresário em seu nome. Queria falar-lhe a sós. Não é tarefa fácil encontrar-se reservadamente com uma princesa, ainda mais com o grau de exposição que ela tinha na mídia.
Ele concordou de ir ao palácio para uma xícara de chá. Para todos os efeitos, seria uma entrevista numa publicação brasileira. Ela foi direto ao assunto, sem rodeios.
- Que garantia me dá de que pode atrair o esquisitão para o jantar esta noite?
- Nenhuma, alteza. Como bem disse, ele é esquisitão mesmo he he he. Mas posso tentar...
- O que quer que eu lhe dê em troca?
- Nada, alteza, apenas sua consideração.
- E que garantia tenho de que guardaria segredo? Oras, guardar segredos é o maior patrimônio da minha profissão. Por que renunciaria à sua confiança?
- Porque todos o fazem o tempo todo...
- Vamos ver o que posso fazer. Não garanto nada...
(continua)


4 doladodecá:
Nosso amigo esquisitão sofria de um probleminha: não gostava muito do sexo oposto. Por isso seu principal patrocinador precisou contratar uma garota de programa para aparecer de "namorada" do esquisitão. Houve também um cômico "namora" com uma celebridade televisiva também famosa por seus relacionamentos pouco convencionais.
Só eu que acho "esquisitão" um eufemismo machista?
Excelente série, MAM.
A princesa vai ficar a ver navios (ou iates). O saudoso Tarso de Castro conhecia bem a fama do piloto.
http://pandinigp.blogspot.com/2009/04/mais-uma-do-tarso_24.html
Marcelo,
valeu a dica do blog. Ganhei meu dia ao finalmente conhecer a expressão 'veado veloz'.
Ah, já não jornalista como antigamente...
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