A notícia de que o G8 (grupo dos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia) passará a ser G14, incluindo o Brasil, é excelente. Nosso país alcança, pela primeira vez na história, a condição de "player". E o que significa isso? Significa que, de agora em diante, toda decisão importante para o planeta e, consequentemente, à humanidade, passa, necessariamente, pela opinião do Brasil. É claro que isso não quer dizer que teremos a palavra final, seja em relação à corrida armantista, seja ainda sobre questões polêmicas, como: fontes alternativas de energia, aquecimento global, combate à fome e à pobreza, protecionismo dos países ricos, ou até a caça às baleias. Mas, pela primeira vez na história da humanidade, os ricos aceitam a opinião dos emergentes como sendo relevante. É claro que o porquê disso é a crise mundial e o fracasso dos Estados Unidos como "gestores" das demandas mundiais por liberdade e democracia. Só não podemos agora nos perder naquele velho "fla-flu" nacional sobre de quem é o mérito. Governar um país é um processo. Depois da redemocratização escolhemos Tancredo, que morreu e entregou o poder de mão beijada para o Sarney. Aí veio o fracasso do Collor, que entregou de mão beijada para o Itamar. Aí veio o "príncipe Fernando Henrique." E depois veio o "metaleiro Lula da Silva." De quem é o mérito por estarmos na nova condição? Nosso. Com todos os defeitos e qualidades. Somos continentais, temos um mercado consumidor enorme, temos recursos e fontes de energia, temos um povo trabalhador, temos talento e simpatia. Precisamos de mais "igualdade". Só construiremos isso com ações afirmativas, combate à fome, à miséria, com a universalização de serviços públicos essenciais, como: casa, luz, água e esgoto, telefone, transporte, saúde e, principalmente: EDUCAÇÃO! Podemos comemorar, mas o desafio ainda é enorme. Portanto, mãos à obra!!!
Há 29 minutos

2 doladodecá:
Voltou Marcão?
Quase, irmão. Amanhã.
Postar um comentário