O mundo é regido basicamente por dois sentimentos e seus antônimos: confiança e segurança.
Quem tem segurança, planeja e que tem confiança, investe no futuro, arrisca.
Se o mundo funciona assim, é fácil entender como os meios de comunicação interferem nas expectativas e, conseqüentemente, na segurança e na confiança das pessoas.
Raciocínio que serve para empresas, bancos, agentes financeiros, etc.
Por isso, num momento em que o cenário é desfavorável não nos cabe, é claro, minimizar os efeitos de uma crise global que pode até vir a ser de grandes proporções, mas não podemos espalhar o pânico, sob pena de sermos amanhã co-responsáveis pelas consequências dos nossos gestos.
Isso cabe para jornalistas e para a vida em geral.
Quem aceita ouvir de um médico:
- Você tem apenas seis meses de vida?
E não perguntar:
- Que direito você tem de dizer isso?
Crise, em grego, é oportunidade de escolha!!!!